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sábado, 11 de junho de 2011

O Universo - Marte Novas Evidencias (History Channel)


Vida em Marte

Cientistas há muito especulam sobre a possibilidade de vida em Marte, devido à proximidade e algumas similaridades do planeta, com a Terra. A questão remanesce em aberto: se existe vida em Marte atualmente, ou se existiu no passado.

Nas pesquisas feitas pelas sondas enviadas a Marte após o ano 2000, parece dar tênue luz à objeção, já que não foram encontrados vestígios de vida atual no planeta. Entretanto, a possibilidade de ter existido condições para a vida se torna mais aceitável, pois há evidências da presença de água na sua superfície num passado longínquo de dois bilhões de anos, e de existência atual de água nos seus pólos; além de suspeitas de que exista também água sob a superfície do planeta.

As calotas polares de Marte foram observadas ainda na metade do século XVII. Pelas observações de William Herschel ao final do século XVIII, ficou provado que cresciam e encolhiam alternadamente, no verão e inverno de cada hemisfério. Na metade do século XIX, os astrônomos já concebiam algumas similaridades de Marte com a Terra, por exemplo, a duração do dia era bem próxima à da Terra. Também já tinham consciência de que a inclinação axial também era similar à da Terra; o que significava que Marte tinha estações da mesma forma que a Terra - entretanto com quase o dobro de duração, devido ao seu ano bem mais extenso. Tais observações levaram ao aumento de especulações de que as discrepâncias de albedo poderiam indicar que onde o albedo era mais escuro, seria a área de existência de água, nos mais claros terra. Portanto era natural supor que Marte teria condições de abrigar alguma forma de vida.

Em 1854, William Whewell, um membro da universidade de Trinity College, Cambridge, quem popularizou a palavra cientista, teorizou que Marte tinha mares, terras e possíveis formas de vida. Especulações sobre vida em Marte eclodiram ao final do século XIX, devido às observações telescópicas feitas por alguns observadores que aparentemente notavam a existência de canais — que logo descobriu-se tratar de ilusões de óptica. Apesar disso, em 1895 o astrônomo australiano Percival Lowell publicou seu livro "Marte", seguido por "Marte e seus canais" em 1906, propondo que os canais eram obra de alguma civilização avançada extinta havia muito tempo. Essa idéia levou o escritor Britânico H. G. Wells a escrever "A guerra dos mundos" em 1897, narrando uma invasão de aliens de Marte à Inglaterra.

Análises espectroscópicas da atmosfera de Marte iniciaram-se em meados de 1894, quando o astrônomo estadunidense William Wallace Campbell demonstrou que não havia presença nem de água, nem de oxigênio na atmosfera marciana. Já em 1909 telescópios mais avançados e a melhor oposição periélica de Marte desde 1877 conclusivamente colocaram fim à teoria do canal.

Observações feitas no final dos anos 90 pela Mars Global Surveyor confirmaram a suspeita de que Marte, ao contrário da Terra, não mais possui um campo magnético substancial, aumentanto potencialmente ameaça à vida pela radiação cósmica que pode alcançar a superfície do planeta. Cientistas também especulam a possibilidade de que a falta de proteção devido ao diminuto campo magnético ajudou o vento solar dissipar grande parte da Atmosfera de Marte no curso de bilhões de anos.

Para ler mais sobre a Vida em Marte clique aqui.

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