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domingo, 3 de abril de 2011

Quem nos atrasa mais? Os EUA ou o POVO Brasileiro?

Recentemente a Wikileaks lançou documentos que provam a existência de pressão americana em cima da Ucrânia para a não realização de transferência de tecnologia para o Brasil dos foguetes da série "Cyclone", pois os foguetes ucranianos além de serem heranças soviéticas, apresentaram apenas seis falhas em 226 lançamentos. Sem contar a localização estratégica do Brasil para lançamentos e a ascenção de um grande competidor estrangeiro na área comercial de lançamentos.
Por outro lado o Brasil apresenta atraso na realização da infraestrutura necessária para a base de lançamentos, o que atrasa o projeto com a Ucrânia e torna incerto uma parceria com o Brasil. Não quero tirar a importância da copa do mundo, mas ao invés de pressionarmos o governo somente para a construção de estádios de futebol e modernização de hotéis para gringos, poderíamos também exigir agilidade do governo para a adequação da base de Alcantra para lançamentos com o Cyclone-4, que iria nos trazer inúmeros benefícios, tanto na parte de ciência e tecnologia como também financeiro. Vamos acordar meu povo!

Embargo Tecnológico dos EUA contra o Brasil


Palestra sobre os embargos dos EUA contra o desenvolvimento do Brasil nas áreas de tecnologia aeronáutica, espacial e defesa, realizada pelo Brigadeiro Engenheiro Venâncio Alvarenga Gomes (Subdiretor de Empreendimentos), durante a realização do 62º FPB - Fórum de Debates Projeto Brasil - Tecnologia Militar . Evento esse que correu em 17/12/2008 em São José dos Campos - SP.

Alcântara Cyclone Space (ASC) (Empresa Brasileira e Ucraniana de lançamento de satélites)


07 de dezembro de 2007

A empresa binacional ASC é responsável pela operação do projeto projeto Cyclone-4, estabelecido para o desenvolvimento de um Veículo Lançador avançado e de um Sistema de Lançamento Espacial a partir do Centro de Lançamento de Alcântara.

A sede da agência binacional Alcântara Cyclone Space (ASC) foi inaugurada quarta-feira, no conjunto 603 do Edifício Corporate Financial Center, Setor Comercial Norte, em Brasília (DF) e faz parte do programa espacial brasileiro.
A empresa é responsável pela operação do Sistema de Lançamento do foguete Cyclone-4, pela comercialização global de serviços de lançamento via Cyclone-4 e pela criação de demandas para os lançadores Cyclone-4 e de seus centros de serviço.
O Projeto Cyclone-4 foi estabelecido para o desenvolvimento de um Veículo Lançador avançado e de um Sistema de Lançamento Espacial a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, e objetiva suprir os programas brasileiros e ucranianos, sendo também extensivo a outros países. O Brasil e a Ucrânia, parceiros no projeto, poderão assim adquirir a capacidade de lançar seus próprios veículos e satélites, atendendo requisitos de segurança, entre outros, e garantindo acesso independente ao espaço com fins pacíficos.
O mercado internacional de lançamentos de satélites tem crescido consideravelmente nos últimos anos. Tal vantagem tem atraído diversos países interessados em estabelecer acordos, tendo em vista possibilitar lançamentos de satélites em bases comerciais de forma a participar do mercado internacional.
O Brasil se apresenta neste concorrido mercado como um dos parceiros mais atraentes, tendo em vista sua privilegiada situação geográfica, que lhe permite reduzir consideravelmente os custos de uma operação para colocação de um satélite em órbita equatorial. Isso se deve à região de Alcântara, que apresenta importante vantagem competitiva em relação a outros centros de lançamentos no mundo.
Sua localização é estratégica - a apenas 2 graus ao sul do Equador. Tem extensa costa marítima, permitindo uma economia de até 30% no custo de lançamentos, se comparados com outras bases, além de outras condições favoráveis, como as características meteorológicas estáveis e baixa densidade demográfica.
O investimento inicial de cada país é de US$ 4,5 milhões. O Tratado estabelece ainda que os dois países devem integralizar o capital da empresa até um total de US$ 105 milhões.
(Fonte: Assessoria de Imprensa do MCT)

Para ver mais um post relacionado ao programa espacial brasileiro clique aqui.

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