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terça-feira, 21 de setembro de 2010

Roda Viva - Patch Adams (O Médico Palhaço)


Quem nunca assistiu o filme inspirado em Patch Adams e nunca ficou curioso para conhece-lo mais de perto, seus ideais, objetivos, pensamentos sobre a vida, sobre política e etc?

Bom para ser bem sincero, considero essa entrevista de suma importância, pois mostra um Patch Adams muito mais humano que a versão de Hollywood e com algo a mais, UMA PITADA DE POLÊMICA...

Vale a pena assistir.

"Hunter "Patch" Adams (Washington D.C., 28 de maio de 1945) é um médico norte-americano, famoso por sua metodologia inusitada no tratamento a enfermos. Formado pela Virginia Medical University, também fundou o Instituto Gesundheit em 1972.
Em um programa de entrevistas na televisão brasileira (Roda Viva), em 2007, Patch Adams afirmou que nunca disse que "rir é o melhor remédio", e sim que o riso "faz parte de um contexto". Na verdade, seu lema era "a amizade é o melhor remédio". Disse também ter uma Biblioteca de 18.000 volumes e que lê muita poesia, adora os poemas de Pablo Neruda, porque segundo ele, a poesia nos dá amor. Criticou as pessoas que têm muito dinheiro e nada fazem pelos menos favorecidos, usou o termo "lixo" para definí-las. E renegou o filme "Patch Adams" de Tom Shadyac, dizendo que ele não condiz com a verdade; criticou o Governo Americano, a quem chamou de "Terrorista", assim como as indústrias de medicamentos, que só visam os lucros bilionários. Sua filosofia de vida é o amor, não apenas no âmbito hospitalar, mas em nossas relações sociais como um todo, independente de lugar. Tem por opinião que o objetivo do médico não é curar e sim cuidar. Cuidar com muito amor, tocando nos doentes, olhando em seus olhos, sorrindo..." (Fonte: Wikipédia)

PS: se todos fossem desapegados com a doença infantil da humanidade (dinheiro, poder, luxo, prepotência e etc) teríamos mais risos, brincadeiras, inocência, incondicionalidade em todas as relações humanas, o homem seria mais puro e nunca deixaria de ser criança...

"Um coelho branco é tirado de dentro de uma cartola. E porque se trata de um coelho muito grande, este truque leva bilhões de anos para acontecer.
Todas as crianças nascem bem na ponta dos finos pêlos do coelho. Por isso elas conseguem se encantar com a impossibilidade do número de mágica a que assistem. Mas conforme vão envelhecendo, elas vão se arrastando cada vez mais para o interior da pelagem do coelho. E ficam por lá. Lá embaixo é tão confortável que elas não ousam mais subir até a ponta dos finos pêlos, lá em cima.
Só os filósofos têm ousadia para se lançar nesta jornada rumo aos limites da linguagem e da existência. Alguns deles não chegam a concluí-la, mas outros se agarram com força aos pêlos do coelho e berram para as pessoas que estão lá embaixo, no conforto da pelagem, enchendo a barriga de comida e bebida:
"— Senhoras e senhores — gritam eles —, estamos flutuando no espaço!"
Mas nenhuma das pessoas lá de baixo se interessa pela gritaria dos filósofos."

"O Mundo de Sofia" - (Jostein Gaarder)

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