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quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Palestra sobre Glândula Pineal - Sérgio Felipe de Oliveira

Penso, logo existo (Descartes)



Sinópse:
Sérgio Felipe de Oliveira é um psiquiatra brasileiro, mestre em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo) e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física e de Biologia. Ele é pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo e em seu estudo sobre pineal , chegou à seguinte conclusão: "A pineal é um sensor capaz de 'ver' o mundo espiritual e de coligá-lo com a estrutura biológica. É uma glândula, portanto, que 'vive' o dualismo espírito-matéria. O cérebro capta o magnetismo externo através da glândula pineal".

No séc. XVII, Descartes ensinava que a glândula pineal ou epífise era a sede da alma. No entanto, até há pouco tempo, essa estrutura cerebral era considerada simplesmente um orgão vestigial, um resquício do fotorreceptor dorsal ou terceiro olho presente em certos vertebrados inferiores. Conhecida das religiões orientais, ela era particularmente festejadas entre os hindus como um dos componentes dos chacras coronário, a flor de mil pétalas.

Desde a descoberta da Glândula Pineal o ser humano ficou intrigado para descobrir seu funcionamento, Descartes foi um dos pioneiros de pesquisas sérias a respeito, porém só recentemente que se teve uma pesquisa com tecnologia e um processo científico mais preciso e sério. A palestra do professor Sérgio Felipe de Oliveira é embasada em uma pesquisa feita por ele, que mesmo no século XXI é uma das primeiras no mundo sobre a glândula. Quais são os efeitos da apatita no cérebro humano? Qual é sua função? E por que temos essa "central de comunicação"? Temos que desenvolver ainda mais nosso cérebro para descobrirmos para que fomos feitos? Essas e outras perguntas serão respondidas com essa palestra pioneira e outras pesquisas mais sérias no futuro.

*A figura acima é um esquema de funcionamento da Glândula Pineal segundo René Descartes (1641)

"É melhor ter os olhos fechados, sem jamais tentar abri-los, do que viver sem filosofar" (Descartes)

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